Perdi o amor à escrita,
Os versos não fazem sentido
E as rimas já não ficam no ouvido.
Já não me importa a poesia,
Já nenhuma palavra me fascina,
Não há caderno em branco que me prenda,
Nem frase que me surpreenda.
Perdi a razão,
E a vontade de criar,
Todo o aparente talento,
E a força para imaginar.
E com isto me despeço,
De uma vida de rimas e versos...
De uma vida sem sentido,
De uma arte de velhos.
Shouting Out Never
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
famous last words
É incrível o sentimento depois de o nosso pior pesadelo acontecer, quando aquilo que mais lutamos para que não acontecesse acontece e ficamos tão estupefactos que não sabemos como é suposto nos sentirmos.
Foi demasiado tempo, demasiadas palavras e promessas, contrariei tudo e todos só para defender e no fundo eu é que estava errada. Por segundos vejo tudo passar a minha frente e penso se valeu a pena... Não tenho medo de viver sem, não tenho medo das possíveis noites de insónia ou da dor a cada vez que os nosso caminhos se cruzarem nos primeiros tempos, não tenho medo de sentir falta, não posso sequer ter medo, não posso ter medo do inevitável, é como ter medo da morte sabendo que é inevitável morrer, é estúpido e sem fundamentos.
Pensei "e se?" milhares de vezes, mas em cada uma das vezes cheguei a um beco sem saída, à conclusão que mais não podia fazer e que no fundo para quê continuar se no fim ainda doí mais?
Perdi forças, caí, desperdicei lágrimas por entre linhas de dor e desespero, levantar-me em breve eu espero e seguir como até hoje, talvez com algo em falta, talvez acabe por viver como antes, quem sabe, a vida continua e não espera por ninguém.
Foi demasiado tempo, demasiadas palavras e promessas, contrariei tudo e todos só para defender e no fundo eu é que estava errada. Por segundos vejo tudo passar a minha frente e penso se valeu a pena... Não tenho medo de viver sem, não tenho medo das possíveis noites de insónia ou da dor a cada vez que os nosso caminhos se cruzarem nos primeiros tempos, não tenho medo de sentir falta, não posso sequer ter medo, não posso ter medo do inevitável, é como ter medo da morte sabendo que é inevitável morrer, é estúpido e sem fundamentos.
Pensei "e se?" milhares de vezes, mas em cada uma das vezes cheguei a um beco sem saída, à conclusão que mais não podia fazer e que no fundo para quê continuar se no fim ainda doí mais?
Perdi forças, caí, desperdicei lágrimas por entre linhas de dor e desespero, levantar-me em breve eu espero e seguir como até hoje, talvez com algo em falta, talvez acabe por viver como antes, quem sabe, a vida continua e não espera por ninguém.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
era uma vez um sonho
Era uma vez um sonho,
Que só um grande sonhador podia sonhar assim,
Um sonho que crescia a cada dia,
Um sonho que parecia não ter fim.
Era uma vez um sonho,
Sonhado por uma criança,
Um sonho de um mundo melhor,
Um sonho de esperança.
Era uma vez um sonho,
Que insistia em viver,
Mas o mundo que rodeava não deixou,
A inocência desapareceu,
A criança cresceu,
E o sonho morreu.
Que só um grande sonhador podia sonhar assim,
Um sonho que crescia a cada dia,
Um sonho que parecia não ter fim.
Era uma vez um sonho,
Sonhado por uma criança,
Um sonho de um mundo melhor,
Um sonho de esperança.
Era uma vez um sonho,
Que insistia em viver,
Mas o mundo que rodeava não deixou,
A inocência desapareceu,
A criança cresceu,
E o sonho morreu.
blaze of glory
Acting like you don't care at all,
Just because once you cared too much,
Leaving things behind,
That once meant everything to you.
You don't know where you're going,
Lost yourself in a blaze of what you could've been,
Now you lost all the glory,
Left alone in a place you've never seen.
Becoming such a lonely star,
Your light still shines so far,
Left everything said and done,
Left your soul dead and gone.
sábado, 29 de setembro de 2012
not the real world
Não consigo perceber os porquês,
Ou as justificações que tens a dar,
Tomaste as tuas decisões e abandonaste-me pelo caminho,
Agora como é suposto eu estar?
Tentei encontrar motivos para seguir,
Segui sem a lado algum chegar,
Adormeço para não sentir,
E acabo por do mundo me afastar.
Pesadelo isto não é....
Nem sonho ou realidade....
Talvez uma perda de fé,
Ou um afastamento da verdade...
Ou as justificações que tens a dar,
Tomaste as tuas decisões e abandonaste-me pelo caminho,
Agora como é suposto eu estar?
Tentei encontrar motivos para seguir,
Segui sem a lado algum chegar,
Adormeço para não sentir,
E acabo por do mundo me afastar.
Pesadelo isto não é....
Nem sonho ou realidade....
Talvez uma perda de fé,
Ou um afastamento da verdade...
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